Porto Velho, Estado de Rondônia, 5/9/2010
 
 
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26/7/2010 >> Notícias >> Geral
Direito de resposta da Coligação “Unidos para Avançar”

 

 

A respeito da matéria publicada no sítio eletrônico www.noticiaRo.com” no dia 10 de julho de 2010, a coligação partidária e os políticos citados naquela matéria, apresentam a verdade, apenas a verdade conforme segue:

1 – A matéria em questão é colocada como uma interpretação “subjetiva” e logicamente tendenciosa, relativamente ao que teria dito o respeitável Arcebispo da Arquidiocese de Porto Velho, Dom Moacir Grecci. Quis o jornalista inculcar aos leitores da sórdida matéria que o Arcebispo pediu aos evangélicos que não votassem em Expedito Júnior e Miguel de Souza, respectivamente candidatos a governador e vice-governador do estado de Rondônia pela coligaçãp “Unidos para Avançar” (composta pelos partidos PSDB, PR, PSC, PT do B, PTC e PRB), juntamente com o com o candidato ao senado da mesma coligação Agnaldo Muniz. A intenção, portanto, não do Arcebispo, mas do jornalista foi claramente a de denegrir a imagem dos candidatos.

– O candidato ao governo do Estado de Rondônia, Exédito Júnior, indicado pela coligação “Unidos para Avançar”, composta pelos partidos PSDB, PR, PSC, PT do B, PTC e PRB, tem a declarar que o seu registro não está indeferido, portanto não se pode citá-lo com “ficha suja”, sem antes julgado registro do candidato perante as competentes instâncias da Justiça Brasileira. Expedito Júnior jamais se conformou com a condenação sofrida perante a Justiça Eleitoral, que lhe suprimiu o mandato de Senador, que o povo de Rondônia lhe concedeu mediante expressiva soma de votos, assim como a inelegibilidade de três anos, a partir de 2006. Jamais reconheceu que tivesse manipulado o resultado daquele pleito, mas acatou a soberana decisão do Judiciário Eleitoral. As sanções que sofreu se manifestam na perda de mais de cinco anos de mandato como Senador da República, e inelegibilidade até o ano de 2009. Logo, Expedito Júnior, por haver cumprido o sancionamento que lhe foi imposto, está plenamente apto a concorrer ao cargo de Governador do Estado. Em mais de 30 anos de política a imagem de Expedito Júnior jamais foi tocada por fatos vergonhosos. Pautou-se sempre pela ética e pela retidão. A prova disso é a sua brilhante atuação no senado e os demais feitos pelo estado de Rondônia. Expedito é “ficha limpa.”

– Quanto ao candidato a vice-governador na coligação “União para Avançar”, Miguel de Souza, a coligação tem a declarar que o mesmo está totalmente apto a concorrer as eleições vez que apresentou todas as suas certidões negativas junto à Justiça Eleitoral e sobre o mesmo não há qualquer registro que possa impedir sua candidatura.

– No que diz respeito ao candidato ao Senado Agnaldo Muniz, a coligação esclarece que o postulante não sofreu nenhuma condenação, nem em primeira e tampouco em segunda instância. Goza da plenitude dos direitos políticos, nada se antepondo a pretensão relativa ao pleito de 2010.

– Quanto à cavilosa menção que Expedito Júnior tem pesadelo após a luta que teve no Senado para aprovação da Lei que regulamentou a profissão dos mototaxistas, o mesmo tem a declarar que dorme tranquilamente todas as noites, pois, com sua decisiva atuação no Senado Federal, amparou milhares de pessoas, no país inteiro, que viviam em uma atividade sabidamente existente, porém considerada clandestina. Somente a lei que reconheceu e legalizou a atividade do mototaxista foi quem ofereceu reconhecimento e valorização aos trabalhadores que operavam à margem da lei, sem qualquer garantia ou direito. Nada se alterou no trânsito brasileiro ou no trânsito de Porto Velho, apenas deu-se legitimidade a uma profissão. O caos do trânsito portovelhense deve-se ao crescimento da cidade carente de planejamento.

– Os candidatos citados na matéria querem deixar claro todo o respeito que têm pela pessoa do Arcebispo de Porto Velho, Dom Moacir Grecchi, bem como por toda a comunidade evangélica que foi humilhada ao ser declarada pelo autor da matéria como coadjuvante de um suposto processo de desmoralização da política do Estado de Rondônia. Lamentamos que pessoas honradas e que primam em multiplicar os ensinamentos bíblicos, que defendem a família, os bons costumes e a verdade a exemplo do pastor Nelson Luchtemberg, presidente da Cemaderon, sejam citados como pessoas que estão sendo vistas com maus olhos por toda a sociedade.

Por fim, os candidatos da coligação “Unidos para Avançar” querem reafirmar sua admiração pela comunidade evangélica e com ela se solidarizar ante estas insuportáveis declarações. Declaram ainda que vão continuar primando por uma campanha ética, limpa e transparente voltada para ouvir o povo de Rondônia, apresentando seus projetos de governo para que Rondônia seja um estado cada vez melhor para todos os cidadãos.

Postado por NoticiaRo.com em Porto Velho (Rondônia) no domingo, 25 de julho de 2010 às 16h36 GMT-3

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NOTA DO EDITOR

O juiz auxiliar Amauri Lemes, do Tribumal Regional Eleitoral de Rondônia, notificou www.noticiaRo.com a publicar o texto, acima produzido pela Coligação “Unidos para Avançar”, como “direito de resposta” de Expedito Gonçalves Ferreira Júnior, à matéria jornalística publicada por este site com o título “Arcebispo de Porto Velho, dom Moacir Grecchi, pede a igrejas evangélicas que não apóiem candidatos Fichas Sujas”, no dia 10 de julho 2010.

O texto intitulado “Direito de Resposta da Coligação Unidos para Avançar”, anexo à notificação judicial foi entregue por oficial de Justiça à direção deste site, neste sábado (24) com ameaça de multa diária de R$ 5.320,50 se não fosse publicado em 48 horas.

Informamos que a entrevista do arcebispo dom Moacir Grecchi, em que se baseou a matéria “Arcebispo de Porto Velho, dom Moacir Grecchi, pede a igrejas evangélicas que não apóiem candidatos Fichas Sujas”, está postada no site www.gentedeopiniao.com.br”, na seção TV Opinião.

A entrevista data de 21 de maio passado e foi feita pelo repórter Luiz Augusto. Como o leitor pode verificar, não houve nenhuma interpretação “subjetiva” e “logicamente tendenciosa”.

Não publicamos antes a entrevista ante a precedência de matérias especialmente urgentes ou relevantes.

Como se pode verificar na entrevista para a TV Opinião, Dom Moacir disse muito mais do que este site publicou.

Ele disse que as igrejas cristãs que apóiam candidatos com crimes em sua vida pregressa “não , estão sendo fiéis ao evangelho.”

Quem assistir a entrevista de dom Moacir e ler a matéria sobre a entrevista verá que em nenhum momento se “humilhou” a comunidade evangélica.

O arcebispo simplesmente desaprova o envolvimento de religiosos com a Política e, referindo-se aos padres católicos, disse que estes fariam melhor se trabalhassem pela Educação do povo para que saiba escolher os melhores candidatos.

O texto do direito de resposta distorce toda a matéria e se torna propaganda eleitoral dos candidatos nela citados. 

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Fonte: TRE-RO/ Noticiaro.com